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Moisés, servo humilde

14/04/2026

Os grandes salões do palácio egípcio eram marcados por luxo, prazer e conforto. “E Moisés foi educado em toda a ciência dos egípcios e era poderoso em palavras e obras” (At 7:22). Uma vida de poder, riqueza e prestígio estava ao seu alcance. Porém, Moisés fez uma escolha completamente diferente: “Como historiador, poeta, filósofo, general de exércitos e legislador, ninguém se iguala a ele. No entanto, apesar de ter o mundo aos seus pés, ele teve força moral para recusar toda riqueza, grandeza e fama, ‘preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado’” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas [CPB, 2022], p. 205).

A humildade demonstrada por Moisés nas últimas décadas de sua vida é realmente impressionante, especialmente quando nos lembramos do homem poderoso que ele foi e de onde ele veio. No entanto, por causa de um ato precipitado e pecaminoso, Moisés perdeu a autoconfiança e independência (Êx 2:12). Ele teve como sala de aula as montanhas do deserto e, com o orgulho deixado de lado, foi moldado por Deus durante 40 anos. Nesse tempo, aprendeu tudo de que precisava para conduzir um povo escravizado rumo à Terra Prometida. Diante da eternidade, o poder e as riquezas de uma possível vida no Egito perderam todo o brilho. Moisés foi chamado por Deus de maneira muito clara e decidiu aceitar esse chamado.

Talvez o aspecto mais marcante sobre esse tema esteja registrado em Números 12:3: “Moisés era um homem muito manso, mais do que qualquer outro sobre a terra.” Moisés, um dos maiores profetas e líderes da Bíblia, é lembrado por sua humildade e mansidão.

Agora pense em como a vida e a liderança de Moisés teriam sido diferentes se o orgulho tivesse se infiltrado em cada um dos seguintes momentos decisivos: a sarça ardente; as pragas do Egito; a travessia do Mar Vermelho; o maná que caía do céu; os encontros com Deus; a entrega dos Dez Mandamentos; e as palavras divinas após Moisés ferir a rocha.